O sol brilhava em suas pálpebras e Carlo abria os olhos, como se isso fizesse com que fosse menos doloroso que a manhã levasse toda a magia da noite. Ele se levantou com a doçura de um gato e abriu um pouco as cortinas, a luz filtrando para dentro da sala tinha uma pitada de melancolia e pecado. Ele a observava dormir, nua, envolta no lençol de seda, abraçando o travesseiro com uma aréola de indescritível serenidade.
Ela era tão diferente de Lianna, quanto mais ele se aproximava dela, mais ele